O que não fazer com o atendimento e os preços em sua loja



27 de fevereiro de 2018
por: Marcela Leone

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em parceria com o Procon-SP, atualizou a “Cartilha de Afixação de Preços”, que traz  normas e orientações sobre como os produtos devem ser precificados e vendidos pelos lojistas, de forma que não haja constrangimento ou prejuízo ao consumidor.

Em uma recente operação de fiscalização, o Procon paulista verificou que dos quase 420 estabelecimentos visitados no Estado de São Paulo, 135 exerciam práticas irregulares, como falta de preços e ausência do exemplar do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (CDC). Se as condutas forem inadequadas, de acordo com a cartilha, o lojista está sujeito a multa pelas irregularidades. Confira abaixo algumas dicas sobre o que não fazer na hora de apresentar os produtos, atender o cliente e precificar:

1) Utilizar código de referência que deixe dúvida quanto à identificação do item

Codigo

2) Utilizar letras e números que dificultem a percepção da informação (tamanho, tipografia, rasuras)

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3) Anúncios com preços “a partir de…” sem indicar em cada unidade o valor à vista

4 ) Ofertar desconto deixando de informar o preço à vista do produto

5) Deixar de informar descontos oferecidos em função do prazo ou meio de pagamento

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6) Atribuir preços diferentes para o mesmo item

7) Informar valores em moeda estrangeira sem a conversão em reais

8) Anunciar preços apenas em parcelas, obrigando o consumidor ao cálculo do total

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Fonte: NoVarejo | Imagens: reprodução / Fecomercio

 

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