Com cores fortes e novas tendências, peças são apresentadas em desfile



22 de abril de 2016
por: Marcela Leone

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O desfile de abertura da 19ª Felinju mostrou ao público um pouco do que está previsto para a coleção de inverno 2016. Além disso, apresentou quais serão as novidades para a próxima estação. Com misturas ousadas em cores e tecidos, uma das tendências é que a lingerie deixe de ser uma peça apenas para ser usada debaixo da roupa e entre com tudo na maneira de se vestir das brasileiras.

“A lingerie é para ser usada como item de moda. Acabou aquele negócio de ficar escondendo, Agora é pra mostrar, ficar fora da roupa mesmo. São peças que podem ser usadas tanto quanto pijamas ou assessórios de moda, estando misturando com a roupa e transformando em um look super fashion”, disse a estilista Letícia Marques.

Ainda segundo a estilista, outra tendência para este ano são as cores marcantes.

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“Para esta coleção as tendências são as cores fortes, que são sempre bem vindas no outono-inferno, as tiras, que são as fitas, os famosos strappy bras, que estão super em alta, os babados e o veludo, que traz um toque quentinho para o inverno”, comentou a estilista.

A Felinju
Durante três dias, a cidade de Juruaia (MG), considerada o 3º polo de lingerie do Brasil e responsável por 15% da produção nacional, tem a expectativa de receber 30 mil visitantes durante a 19ª Feira de Moda e Lingerie de Juruaia (Felinju), que ocorre entre 21, 22 e 23 de abril no Centro de Eventos Expo Juruaia. A expectativa, segundo a Associação Comercial e Industrial de Juruaia (Aciju), é movimentar R$ 12 milhões durante o evento.

Criada em 1998, a Felinju acontece no Centro de Eventos Expo Juruaia, em uma área de 7 mil metros quadrados. Para esta edição, já estão confirmados 70 estandes. A expectativa da Aciju é um aumento de 20% no volume de vendas em relação ao ano passado.

Com cerca de 10 mil habitantes, Juruaia possui cerca de 200 confecções de lingerie, que juntas, vendem 1,6 milhão de peças por mês, especialmente para atacadistas. O crescimento médio anual é de 20% e o faturamento mensal de R$ 20 milhões. Segundo a Aciju, são gerados cerca de 5 mil empregos no setor, que absorvem 45% da população e conta também com mão de obra das cidades vizinhas. Além disso, 92% das confecções são comandadas por mulheres.

Fonte: G1 | Fotos: reprodução 

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