3 erros do varejo na integração do digital com o físico



21 de dezembro de 2017
por: Marcela Leone

Conheça os erros que as empresas do setor do varejo estão cometendo ao fazer a integração entre o ambiente on-line e as visitas às lojas físicas

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O número de pessoas que usam o smartphone para procurar por lugares e produtos na região onde estão chega a 76%. Essas pessoas visitam um estabelecimento para olhar o que querem num intervalo de 24 horas. Entre essas, apenas 28% realizam uma compra. Os dados são da pesquisa “Diário digital: como suprir necessidades de consumo imediatamente”, de maio de 2016.

Jeremy Hull, vice-presidente de inovação da IProspect, uma das maiores agências de marketing digital do mundo, disse ao portal think with Google quais os três mitos do “online to store” que prejudicam a maneira como o varejo capta o consumidor pelos canais digitais e leva até suas lojas para converter em vendas.

Erro 1: Separar as performances no on-line e no físico

As estratégias para os canais físicos devem levar em conta não só os dados relacionados às lojas, mas também ao meio digital. “Conseguimos provar (aos varejistas) que eles estão menosprezando um grande segmento de sua base de clientes que usa a internet para obter mais informações sobre as lojas físicas”, diz Hull.

Para o executivo, a grande dificuldade de otimizar essas informações é porque as equipes que cuidam das métricas do on-line e do físico costumam trabalhar separadas.

Erro 2: Agir só depois de ter todos os dados

Esperar ter todos os dados para tomar ações pode ser um problema para a eficiência da empresa. É preciso sair dessa conforto de só operar diante de métricas perfeitas e completas.

O especialista garante que é natural que as métricas sejam imperfeitas e que gerem extrapolações, principalmente nas lojas físicas,. “Qualquer tentativa de mensurar o fluxo do online para o offline irá exigir extrapolações, especialmente se respeitarmos a privacidade do usuário, permitindo que as pessoas liguem e desliguem o rastreio de localização em seus smartphones”, pondera Hull.

Erro 3: Crer que testes são arriscados

“As marcas precisam aprender a romper a ordem”, diz Hull. Para isso, precisam arriscar, testar e desvelar os erros ou ineficiências. Não é incomum empresas evitarem o saber porque ele traz alguns traumas e desânimos ao mostrar que aquilo que se imaginava fazer de maneira correta é o ponto fraco da operação. Para mudar, é preciso que os erros sejam colocados à luz.

Fonte: NoVarejo | Foto: reprodução 

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