3 dicas para expandir sua empresa de lingerie – parte 1



27 de abril de 2015
por: Marcela Leone

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Uma análise do ano de 2014 do IBISWorld apontou que a indústria de moda íntima americana equivale a 13 bilhões de dólares. O crescimento anual do setor nos Estados Unidos tem sido de 3.3% desde 2009 e, atualmente, o segmento emprega mais de 60 mil trabalhadores.

Essa montante, claro, tem bastante influência da gigante Victoria’s Secret, que possui 43% do mercado. Nenhuma outra empresa de lingerie americana tem mais de 5% do restante. Para aumentar a competitividade no setor e incentivar as pequenas marcas a conseguirem uma fatia maior do varejo, o site “The Lingerie Journal” apresenta 3 dicas que, certamente, irão valoriza também as confecções brasileiras. Separamos-as em três posts. Vamos conhecer a primeira delas?

1 – Aposte no segmento plus-size

As modelos da década de 1990 pesavam cerca de 8% menos do que as mulheres em geral. Já atualmente, o peso das top é 23% menor que o das de antigamente, de acordo com o portal fashionista.com, que também revelou que nos EUA o tamanho 6 (equivalente ao 38 brasileiro) é considerado pela indústria como plus-size. Cindy Crawford, por exemplo, era tamanho 38 no auge de sua carreira.

Uma maneira de ganhar vantagem sobre a concorrência é desenvolver produtos que esta não está oferecendo. Principalmente se a demanda é tão aparente. “Os varejistas estão comentendo um grande erro ao ignorarem as mulheres plus-size”, afirmou Kenyetta Jones, CEO da marca Bella Rene, ao Huffington Post.

Enquanto 67% das mulheres americanas são consideradas ‘tamanhos grandes’, no Brasil, 48% da população está acima do peso (segundo a ABQV). Outra ideia é se aproximar de formadoras de opinião do segmento plus-size, como, a blogger Ju Romano, jornalista da Nova e influencer com discurso “Ame você mesma”.

Foto: reprodução 

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